i
the night follows - sleepless
the wind blew - sightless
clumsily, as i cross the door
regret the vanity - "oh, no!"
abstain from answers - wordless
calling out the dead - voiceless
merely, as i kiss the floor
taste the blood - let us flow
clench my teeth - worthless
lie awake forever - ceaseless
ii
to live and not to live
to die and never die
to face and run away
to stand and fall apart
let it be a warning to all
this epitaph of mediocrity
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quarta-feira, 9 de maio de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Simples assim
Peguei-me pensando de novo, nesses últimos dias. Meio melancólico, talvez, mas pensando mesmo assim.
Não é como antes, felizmente.
Sinto algo novo... saudade?
Saudade genuína?
Talvez. Não saberia dizer.
Talvez seja algo vindo daquela minha incurável busca por um preenchimento de vazio, que uma vez esteve cheio de pessoas, de amizade, companheirismo, e agora eu só tenho solidão.
Aos poucos leitores do blog, vocês me conhecem, não é? Acho que, se vocês me leem, é porque, no mínimo, se importam comigo... Onde estão vocês?
O que acontece é o que já aconteceu tantas vezes, mas diferente, dessa vez.
Desde que eu assumi como gay - primeira vez que menciono isso aqui, não é? -, eu venho sido abatido por um sentimento esmagador e completamente implacável de que eu nunca vou encontrar ninguém que goste de mim, ou alguém que sobreviva aos meus mil e um parâmetros - mea culpa, inteiramente, eu sei disso, mas, fazer o quê? Se não fosse assim, certamente eu seria uma pessoa completamente diferente.
Preciso que alguém me diga que isso não é verdade... Que existe alguém por aí com meu nome escrito nas costas, sei lá, alguém que tenha interesse não necessariamente no que me interessa, mas que tenha paixão por isso, e que adore conhecer mais do que somente o mínimo, o pouco.
É demais?
Aí eu me olho no espelho e sinto aquela força crescente e de tanta aflição tomar conta de mim, e eu perco a vontade de fazer as coisas.
Não pense que eu estou pensando "ah, todos os meus amigos me abandonaram", não, não.
Se alguém abandonou alguma coisa fui eu.
Mea culpa, de novo.
Eu não sei... Sonhei em dar aulas de Inglês, em ficar contente aqui em Teresina, em fazer novos amigos - com minhas recém-adquiridas habilidades sociais (Igor que o diga!).
Fui muito infantil no meu pensamento.
Talvez...
Talvez não interesse aonde você vá.
Você leva seus problemas na bagagem.
Não é como antes, felizmente.
Sinto algo novo... saudade?
Saudade genuína?
Talvez. Não saberia dizer.
Talvez seja algo vindo daquela minha incurável busca por um preenchimento de vazio, que uma vez esteve cheio de pessoas, de amizade, companheirismo, e agora eu só tenho solidão.
Aos poucos leitores do blog, vocês me conhecem, não é? Acho que, se vocês me leem, é porque, no mínimo, se importam comigo... Onde estão vocês?
O que acontece é o que já aconteceu tantas vezes, mas diferente, dessa vez.
Desde que eu assumi como gay - primeira vez que menciono isso aqui, não é? -, eu venho sido abatido por um sentimento esmagador e completamente implacável de que eu nunca vou encontrar ninguém que goste de mim, ou alguém que sobreviva aos meus mil e um parâmetros - mea culpa, inteiramente, eu sei disso, mas, fazer o quê? Se não fosse assim, certamente eu seria uma pessoa completamente diferente.
Preciso que alguém me diga que isso não é verdade... Que existe alguém por aí com meu nome escrito nas costas, sei lá, alguém que tenha interesse não necessariamente no que me interessa, mas que tenha paixão por isso, e que adore conhecer mais do que somente o mínimo, o pouco.
É demais?
Aí eu me olho no espelho e sinto aquela força crescente e de tanta aflição tomar conta de mim, e eu perco a vontade de fazer as coisas.
Não pense que eu estou pensando "ah, todos os meus amigos me abandonaram", não, não.
Se alguém abandonou alguma coisa fui eu.
Mea culpa, de novo.
Eu não sei... Sonhei em dar aulas de Inglês, em ficar contente aqui em Teresina, em fazer novos amigos - com minhas recém-adquiridas habilidades sociais (Igor que o diga!).
Fui muito infantil no meu pensamento.
Talvez...
Talvez não interesse aonde você vá.
Você leva seus problemas na bagagem.
sábado, 17 de março de 2012
The Wind
She felt the gushing wind coming through the window.
It wasn't yet then when she figured just how lost she was.
Then she felt what could only be described as a push. She fell.
And it was dark. Everywhere.
"Pitch dark", she thought, as she touched the floor - was it the ceiling?
She realised she couldn't quite feel whatever marks were on the floor.
She didn't feel the lines between the tiles, nor the little cratters on them - a result of years of walking around and pushing furniture, realining, renovating, rebreathing the air as a different air, so vividly feeling life flowing through her veins every time she breathed.
The floor was perfectly plane.
Perfectly plane.
Oddly plane.
Was it the ceiling after all?
She couldn't tell.
So dark it almost felt liquid.
Up and down, right and left, all the points in compass compressed into the same pointless direction: into the nothingness.
She got up - down, left, right -, and started walking aimlessly, trying to remember the room she was in, but she found nothing of the study she once was, looking for a book on the shelves.
She walked in what she thought was a straight line through the darkness, never really knowing where she was, asking herself where she could be.
"Hey!", she cried, "Someone there?"
Or she thought she did, for she didn't hear any sound coming through her throat.
Indeed, now that she thought about that, she couldn't even feel it at all.
"Someone, please! Please! Please help!", again, no sound.
"Please!"
"Please!"
"Please..."
Her pleas for help went unheard, what some would compare to a tree falling in the woods with no one there to listen to its fall: does it make a sound?
It didn't, not for her. She couldn't hear a thing.
She ran.
Ran, ran, ran, but she couldn't help but feel like sinking.
She stooped down to find the once-plane floor completely wet.
Before she noticed, she had sank all the way to the waist.
She freaked out.
She screamed, screamed, screamed, the wind rushing so powerfully, coming from all directions to inside her.
She sank.
She couldn't breath.
She wasn't breathing.
The air was not coming in. The air was not coming out.
She couldn't breath.
She remembered climbing the ladder.
Reaching out for the book up high.
The window was open.
The ladder was tilted.
The wind came.
She fell.
A single tombstone, left out in the darkness, the only thing in kilometres away.
The only thing she knew.
"In loving memory of our child".
The wind came once again.
Lights, chimes, oblivion.
She was dead.
It wasn't yet then when she figured just how lost she was.
Then she felt what could only be described as a push. She fell.
And it was dark. Everywhere.
"Pitch dark", she thought, as she touched the floor - was it the ceiling?
She realised she couldn't quite feel whatever marks were on the floor.
She didn't feel the lines between the tiles, nor the little cratters on them - a result of years of walking around and pushing furniture, realining, renovating, rebreathing the air as a different air, so vividly feeling life flowing through her veins every time she breathed.
The floor was perfectly plane.
Perfectly plane.
Oddly plane.
Was it the ceiling after all?
She couldn't tell.
So dark it almost felt liquid.
Up and down, right and left, all the points in compass compressed into the same pointless direction: into the nothingness.
She got up - down, left, right -, and started walking aimlessly, trying to remember the room she was in, but she found nothing of the study she once was, looking for a book on the shelves.
She walked in what she thought was a straight line through the darkness, never really knowing where she was, asking herself where she could be.
"Hey!", she cried, "Someone there?"
Or she thought she did, for she didn't hear any sound coming through her throat.
Indeed, now that she thought about that, she couldn't even feel it at all.
"Someone, please! Please! Please help!", again, no sound.
"Please!"
"Please!"
"Please..."
Her pleas for help went unheard, what some would compare to a tree falling in the woods with no one there to listen to its fall: does it make a sound?
It didn't, not for her. She couldn't hear a thing.
She ran.
Ran, ran, ran, but she couldn't help but feel like sinking.
She stooped down to find the once-plane floor completely wet.
Before she noticed, she had sank all the way to the waist.
She freaked out.
She screamed, screamed, screamed, the wind rushing so powerfully, coming from all directions to inside her.
She sank.
She couldn't breath.
She wasn't breathing.
The air was not coming in. The air was not coming out.
She couldn't breath.
She remembered climbing the ladder.
Reaching out for the book up high.
The window was open.
The ladder was tilted.
The wind came.
She fell.
A single tombstone, left out in the darkness, the only thing in kilometres away.
The only thing she knew.
"In loving memory of our child".
The wind came once again.
Lights, chimes, oblivion.
She was dead.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Para matar a saudade - um tédio profundo...
Eu estava relendo alguns dos meus textos - sim, aqueles mesmos, sobre quais ninguém quer saber -, e percebi que já faz algum tempo que eu não cavo no fundo da minha cabeça e procuro algo interessante - uma pérola do dia-a-dia, um pequeno comentário sobre o que vem acontecendo, quiçá até contar alguns dos meus sentimentos!
Vou começar com o mais simples, já que eu tenho que começar por algo, não é?
Na minha viagem à Teresina para fazer matrícula na UFPI, eu comprei um livro muito interessante numa Anchieta de lá - uma maravilha de dois andares e milhares de livros à minha disposição, com café e tudo -, chama-se "Kiki de Montparnasse".
Vou ser bem sincero: não sabia que se tratava de uma mulher de verdade quando comprei o livro.
Eu abri, e vi que, apesar de ter formato de livro, eram quadrinhos, e quadrinhos bastante bonitos, por sinal. Comecei a ler e a história me fascinou. Decidi ler só até o final do primeiro capítulo e ler o resto no ônibus na volta para casa.
O livro se mostrou excelente, e assustadoramente curto, para suas quatrocentas páginas de quadrinhos, e eu acho que ninguém jamais vai conseguir entender o que passou na minha cabeça quando eu percebi que a história só podia se tratar de um pessoa de verdade, foi uma experiência única, de fato.
E sim, ela era linda. Existem mais fotos que se podem achar na internet, mas elas são mais pesadas, pois ela costumava posar nua, tanto para pintores, quanto para escultores e fotógrafos. Aliás, tem uma foto muito bonita dela nua em frente a um espelho, pode-se ver nos arquivos de fotos da wikipédia, sugiro que procurem :)
Afora disso, eu tenho uma história muito tosca sobre mim mesmo agora, que envolve um ônibus lotado e um idiota chorando em cima de um livro - sim, eu choro lendo livros e vendo filmes, e não tenho vergonha de dizer, quem não chorou em Toy Story 3 não tem alma u.u
Mas essa foi só uma das coisas interessantes que me vêm acontecendo.
Ganhei um Samsung Galaxy 5, e agora jogo Angry Birds o tempo todo, e estou viciado, diga-se de passagem.
Mas eu estou meio triste. Deve ser o tédio.
Eu não tenho feito nada de substancial da minha vida além de sentar e esperar.
Todo dia é a mesma coisa.
De vez em quando, alguma ideia me atinge despreparado, e eu escrevo, mas eu nem tenho tido muitas boas ideias.
Estou com saudade do pessoal da escola, e de alguns amigos meus de outros tempos, apesar de falar com Pedro diariamente no msn.
Sei lá, queria ter aproveitado melhor meu tempo de escola, ano passado, ou pelo menos o final dele. Eu até convidei Igor para ver "Os Homens que não Amavam as Mulheres", comparar o filme à versão sueca ao livro rsrs
Teria sido legal, mas Igor está em Bacabal, sem previsões de vir a São Luís.
Well, eu posso mesmo me entediar até a morte, pelo visto, sem nada para fazer, nesse meu cantinho estranho.
Ah! Outra coisa!
Eu me convenci a parar de roer as unhas. Vamos ver se isso dura >.<
Acho que eu realmente tinha muita coisa a dizer, não é?
Bem, se você leu tudo até aqui, parabéns, o final é esse mesmo, como todos os finais que a vida tem.
Ele é cruel, abrupto, sem sentido, e estranhamente natural.
Perversamente natural.
Vou começar com o mais simples, já que eu tenho que começar por algo, não é?
Na minha viagem à Teresina para fazer matrícula na UFPI, eu comprei um livro muito interessante numa Anchieta de lá - uma maravilha de dois andares e milhares de livros à minha disposição, com café e tudo -, chama-se "Kiki de Montparnasse".
Vou ser bem sincero: não sabia que se tratava de uma mulher de verdade quando comprei o livro.
Eu abri, e vi que, apesar de ter formato de livro, eram quadrinhos, e quadrinhos bastante bonitos, por sinal. Comecei a ler e a história me fascinou. Decidi ler só até o final do primeiro capítulo e ler o resto no ônibus na volta para casa.
O livro se mostrou excelente, e assustadoramente curto, para suas quatrocentas páginas de quadrinhos, e eu acho que ninguém jamais vai conseguir entender o que passou na minha cabeça quando eu percebi que a história só podia se tratar de um pessoa de verdade, foi uma experiência única, de fato.
E sim, ela era linda. Existem mais fotos que se podem achar na internet, mas elas são mais pesadas, pois ela costumava posar nua, tanto para pintores, quanto para escultores e fotógrafos. Aliás, tem uma foto muito bonita dela nua em frente a um espelho, pode-se ver nos arquivos de fotos da wikipédia, sugiro que procurem :)
Afora disso, eu tenho uma história muito tosca sobre mim mesmo agora, que envolve um ônibus lotado e um idiota chorando em cima de um livro - sim, eu choro lendo livros e vendo filmes, e não tenho vergonha de dizer, quem não chorou em Toy Story 3 não tem alma u.u
Mas essa foi só uma das coisas interessantes que me vêm acontecendo.
Ganhei um Samsung Galaxy 5, e agora jogo Angry Birds o tempo todo, e estou viciado, diga-se de passagem.
Mas eu estou meio triste. Deve ser o tédio.
Eu não tenho feito nada de substancial da minha vida além de sentar e esperar.
Todo dia é a mesma coisa.
De vez em quando, alguma ideia me atinge despreparado, e eu escrevo, mas eu nem tenho tido muitas boas ideias.
Estou com saudade do pessoal da escola, e de alguns amigos meus de outros tempos, apesar de falar com Pedro diariamente no msn.
Sei lá, queria ter aproveitado melhor meu tempo de escola, ano passado, ou pelo menos o final dele. Eu até convidei Igor para ver "Os Homens que não Amavam as Mulheres", comparar o filme à versão sueca ao livro rsrs
Teria sido legal, mas Igor está em Bacabal, sem previsões de vir a São Luís.
Well, eu posso mesmo me entediar até a morte, pelo visto, sem nada para fazer, nesse meu cantinho estranho.
Ah! Outra coisa!
Eu me convenci a parar de roer as unhas. Vamos ver se isso dura >.<
Acho que eu realmente tinha muita coisa a dizer, não é?
Bem, se você leu tudo até aqui, parabéns, o final é esse mesmo, como todos os finais que a vida tem.
Ele é cruel, abrupto, sem sentido, e estranhamente natural.
Perversamente natural.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Vou viajar \o/
Gente, eu só escrevo essa postagem nova para avisar a vocês da viagem que eu vou fazer.
Para quem não sabe, eu passei para Ciências da Computação na UFPI, e devo fazer minha inscrição na instituição na quinta e na sexta, o que significa viajar até teresina até amanhã.
Eu acabei de vir da rodoviária (papai queria pagar uma passagem de avião, mas foi tudo muito em cima da hora), e marquei minha viagem para amanhã, às 12h30min, na quarta-feira.
A viagem deve durar sete horas. Pouca coisa, né?
Pois é, mas é importante que eu vá.
Desejem-me sorte.
:)
até
Para quem não sabe, eu passei para Ciências da Computação na UFPI, e devo fazer minha inscrição na instituição na quinta e na sexta, o que significa viajar até teresina até amanhã.
Eu acabei de vir da rodoviária (papai queria pagar uma passagem de avião, mas foi tudo muito em cima da hora), e marquei minha viagem para amanhã, às 12h30min, na quarta-feira.
A viagem deve durar sete horas. Pouca coisa, né?
Pois é, mas é importante que eu vá.
Desejem-me sorte.
:)
até
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Girl, put your FUCKING RECORDS OOOOFF!
SÉRIO!
Essa música tá na minha cabeça há muito tempo!
Há mais tempo que essa música ficou quando eu vi o filme (e ela ficou por quase uma semana).
Ou será que o "just relaax, just relax" da Corinne me quer dizer algo?
Nossa, estará meu subconsciente me mandando parar e respirar? =O
=OOO
Ok, e se estiver?
Bem, recentemente eu tenho estado em bastante paz interna (exceto por certas atribulações envolvendo tortas de chantilly, jogos injustos, e expressões atônitas - atribulações que deixaram muitos detritos, de fato). Talvez eu esteja crescendo mais uma vez - "só para os lados, né, ô gordo!" -, talvez esse ano marque o fim de uma provação catastrófica que formou 90% do que me faz, bem, eu.
Mas eu me sinto bem, e eu acho que é isso a música quer dizer, não é?
"Sapphire and faded jeans
I hope you get your dreams
You go ahead let your hair down"
Pois bem, srª Rae, vou desamarrar meu cabelo curto (curtíssimo, mas nem tão curto assim) e deixá-lo cair sobre...
Ok, meu cabelo não cai, não sobe, não vai para os lados, mas, quem se importa? É só uma metáfora :)
"Oh, you're gonna find yourself somewhere...Somehow"
Essa música tá na minha cabeça há muito tempo!
Há mais tempo que essa música ficou quando eu vi o filme (e ela ficou por quase uma semana).
Ou será que o "just relaax, just relax" da Corinne me quer dizer algo?
Nossa, estará meu subconsciente me mandando parar e respirar? =O
=OOO
Ok, e se estiver?
Bem, recentemente eu tenho estado em bastante paz interna (exceto por certas atribulações envolvendo tortas de chantilly, jogos injustos, e expressões atônitas - atribulações que deixaram muitos detritos, de fato). Talvez eu esteja crescendo mais uma vez - "só para os lados, né, ô gordo!" -, talvez esse ano marque o fim de uma provação catastrófica que formou 90% do que me faz, bem, eu.
Mas eu me sinto bem, e eu acho que é isso a música quer dizer, não é?
"Sapphire and faded jeans
I hope you get your dreams
You go ahead let your hair down"
Pois bem, srª Rae, vou desamarrar meu cabelo curto (curtíssimo, mas nem tão curto assim) e deixá-lo cair sobre...
Ok, meu cabelo não cai, não sobe, não vai para os lados, mas, quem se importa? É só uma metáfora :)
"Oh, you're gonna find yourself somewhere...Somehow"
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
I'm still alive, my little druz'ya :)
É isso que eu gostaria de dizer a todos os meus leitores.
"Ainda estou vivo", um tapa na cara de quem desejava pelo contrário u.ú
Recentemente, minha vida tem estado muito bem obrigado.
Não sei por que, mas eu venho me sentindo mais "de boa", na falta de expressão melhor.
Resolvi ver o mundo de um jeito menos ressentido.
"Gather ye rosebuds while ye may.
Old time's still a-flying,
And this same flower that smiles to-day
to-morrow will be dying
"Ainda estou vivo", um tapa na cara de quem desejava pelo contrário u.ú
Recentemente, minha vida tem estado muito bem obrigado.
Não sei por que, mas eu venho me sentindo mais "de boa", na falta de expressão melhor.
Resolvi ver o mundo de um jeito menos ressentido.
"Gather ye rosebuds while ye may.
Old time's still a-flying,
And this same flower that smiles to-day
to-morrow will be dying
[...]
Then be not coy, but use your time,
And while ye may, go marry:
For having lost but once your prime,
You may for ever tarry. "
And while ye may, go marry:
For having lost but once your prime,
You may for ever tarry. "
"To the Virgins, to Make Much of Time", Robert Herrick
E ainda tem uma pintura para ilustrar, de nome "Gather ye rosebuds while ye may", Whitehouse
E é com essa mensagem que eu deixo vocês para enfrentar mais uma semana, brava e heroicamente, ó ser gauche na vida.
P.S.: Feriado vindo, vou postar a continuação de "Independentemente do que diga o seu confiável Timex" :)
E mais um mini-conto - ou quem sabe acabe nem sendo tão mini assim, nakonets.
TALVEZ
Do zvidaniya para vocês, dobryi dyen, e farewell.
P.S.2: Sim, estou treinando meu russo u.ú
P.S.3: Falando em russo, descobri uma banda russa super-legal - que canta em inglês -, chama-se Mechanical Poet, ouçam ai, depois, quando tiverem tempo
P.S.3: Falando em russo, descobri uma banda russa super-legal - que canta em inglês -, chama-se Mechanical Poet, ouçam ai, depois, quando tiverem tempo
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Enchendo linguiças
Esta é a notinha que emitiram em Zimbábue (clique para aumentar).
Não, você não leu errado, essa é uma nota de CEM TRILHÕES DE DÓLARES zimbabuanos rsrs
100.000.000.000.000,00 Z$
The Zimbabwean Dollar is the currency of Zimbabwe. The currency code for Dollars is ZWD, and the currency symbol is Z$. Below, you'll find Zimbabwean Dollar rates, a currency converter, Zimbabwean Dollar News and more. You can also subscribe to our currency newsletters with daily rates and analysis, or take ZWD rates on the go with our XE Mobile apps for your iPhone, BlackBerry, or even your regular phone.
Notice: The Zimbabwe dollar has been suspended indefinitely.
In January 2009, the Reserve Bank of Zimbabwe permitted the use of foreign currency in Zimbabwe in response to an economic decline that caused inflation levels of 5 billion percent. By April 2009, the Zimbabwe dollar was suspended indefinitely; the government now uses the South African Rand, the United States Dollar, and the British Pound. For more information, read the BBC's "Zimbabwe dollar 'not back soon'".
Sim, é isso que vocês leram. Em 2009, a inflação chegou a níveis tão altos que nem uma nota de 100 trilhões era absurda por lá.
"Mas, Matheeeeeeeus, por que cargas d'agua você está postando essa inutilidade???"
Ora, agora que vem a parte polêmica, jovem gafanhoto.
Sabem quanto essa nota valia antes do Dólar Zimbabuano fechar por completo?
Dez reais?
Cinco?
Menos?
Segundo o XE - The World's Favorite Currency Site -, esse era o valor:
| 100,000,000,000,000.00 ZWD | = | 451,033,263,664.24 BRL |
| Zimbabwean Dollar | Brazilian Real | |
| 1 ZWD = 0.00451033 BRL | 1 BRL = 221.713 ZWD |
Agora, por favor, alguém me explique como uma moeda visivelmente falida poderia valer tanto?
Sério.
Se essa nota ainda estivesse rodando, eu estaria voando para Zimbábue agora, para pegar algumas dessas no chão, sei lá u.u
P.S.: Gente, sei que prometi alguns posts ai, mas, eu gostaria de dizer que não deu para fazer nada nesses dias (o que é parte da razão de eu estar postando essa cultura inútil e desinteressante - eu só precisava postar algo -, prometi-me algo polêmico, mas todas as polêmicas já não eram tãããão polêmicas assim, então eu vi isso no 9gag, então resolvi postar, ok?), e ontem o servidor do Blogger resolveu dar problema, então nada pude escrever ontem à noite. Vou fazer um pacto comigo mesmo e postar algo de noite!
Não esperem acordados, eu só funciono de madrugada.
domingo, 31 de julho de 2011
July, the 31st
E hoje é o último dia de férias.
"O" último dia.
A partir de amanhã, a vida vai ser bem diferente.
corridacorridacorrida.
Hoje eu vou cortar o cabelo, coisa que negligenciei nas últimas duas semanas.
Vou conversar no msn com meus amigos e dizer para mim mesmo "é, Matheus, acabaram as férias".
Não que eu tenha curtido as férias especialmente, claro.
Tendo que ir ao curso de férias (o que eu adorei, btw), eu não pude nem passar um noite acordado vendo tv/lendo/assistindo algum filme, e a minha semana de folga foi a semana passada, e, nela, eu não fiz n-a-d-a.
Blame it on me, though, eu poderia ter saído ontem, mas meu programa não deu certo, então ontem à noite a única coisa que eu fiz de especial foi ver Saturday Night Live (com Elton John) - o que não foi legal, porque os pilantras da Sony cortaram boa parte do programa.
Meu estudos... Bem, deixem meus estudos para lá por enquanto. Basta saber que foi um mês bastante produtivo para o meu russo - melhorei meu vocabulário, minha pronúncia, minha gramática, et cetera.
Para o inglês, este também foi um mês bastante legal - mas isso vocês já sabem.
Para qualquer outra coisa - tá bom, tá bom, eu não fiz nada de mais, só estudei umas quatro vezes, mais por culpa do que por força de vontade!
"Cabeça vazia é oficina do Diabo".
E ele fez a festa nesse mês.
Hoje à noite eu vou preparar um mega-material revisatório para mim, de russo, então, se algum de vocês, leitores-fantasmas, me vir estudando e respondendo questões amanhã, já saberá o que é.
Tive uma idéia fantástica hoje, mas eu não acho que vá ser muito bem recebido nos meus mini-contos de horror, como não fui no conto sobre um homem morto - quase todo mundo que leu (umas 6 pessoas) achou ele confuso e estranho demais, uma até achou ele assustador.
Quem sabe eu possa trancrevê-lo da minha cabeça para a tela branca inóspita do word hoje à noite.
Quem estiver ansioso - ninguém -, pode voltar no meio da madrugada que ele provavelmente estará de pé.
A partir de segunda começa o The Morning Gazette, que eu vou tentar fazer ser o mais breve possível e não pecar em descrever os eventos dos dia anterior e as minhas esperanças para o dia que virá.
Bom dia e boa tarde a todos.
Dias melhores virão, e hão de vir, não se esqueçam.
"O" último dia.
A partir de amanhã, a vida vai ser bem diferente.
corridacorridacorrida.
Hoje eu vou cortar o cabelo, coisa que negligenciei nas últimas duas semanas.
Vou conversar no msn com meus amigos e dizer para mim mesmo "é, Matheus, acabaram as férias".
Não que eu tenha curtido as férias especialmente, claro.
Tendo que ir ao curso de férias (o que eu adorei, btw), eu não pude nem passar um noite acordado vendo tv/lendo/assistindo algum filme, e a minha semana de folga foi a semana passada, e, nela, eu não fiz n-a-d-a.
Blame it on me, though, eu poderia ter saído ontem, mas meu programa não deu certo, então ontem à noite a única coisa que eu fiz de especial foi ver Saturday Night Live (com Elton John) - o que não foi legal, porque os pilantras da Sony cortaram boa parte do programa.
Meu estudos... Bem, deixem meus estudos para lá por enquanto. Basta saber que foi um mês bastante produtivo para o meu russo - melhorei meu vocabulário, minha pronúncia, minha gramática, et cetera.
Para o inglês, este também foi um mês bastante legal - mas isso vocês já sabem.
Para qualquer outra coisa - tá bom, tá bom, eu não fiz nada de mais, só estudei umas quatro vezes, mais por culpa do que por força de vontade!
"Cabeça vazia é oficina do Diabo".
E ele fez a festa nesse mês.
Hoje à noite eu vou preparar um mega-material revisatório para mim, de russo, então, se algum de vocês, leitores-fantasmas, me vir estudando e respondendo questões amanhã, já saberá o que é.
Tive uma idéia fantástica hoje, mas eu não acho que vá ser muito bem recebido nos meus mini-contos de horror, como não fui no conto sobre um homem morto - quase todo mundo que leu (umas 6 pessoas) achou ele confuso e estranho demais, uma até achou ele assustador.
Quem sabe eu possa trancrevê-lo da minha cabeça para a tela branca inóspita do word hoje à noite.
Quem estiver ansioso - ninguém -, pode voltar no meio da madrugada que ele provavelmente estará de pé.
A partir de segunda começa o The Morning Gazette, que eu vou tentar fazer ser o mais breve possível e não pecar em descrever os eventos dos dia anterior e as minhas esperanças para o dia que virá.
Bom dia e boa tarde a todos.
Dias melhores virão, e hão de vir, não se esqueçam.
sábado, 23 de julho de 2011
Matheus e a Chuva, o Ar, o Mundo - e coisas que ninguém quer saber.
Não que alguém que se importe, claro, em saber o que eu penso, mas eu assumo que, se você está no meu blog, você no mínimo quer saber de alguma coisa sobre mim - mesmo que seja só para criticar depois.
Se for para criticar, saiba logo que eu adoro discussões.
Eu tenho o péssimo hábito de começar a sorrir toda vez que a discussão fica interessante, quando eu tenho um argumento engatilhado, ou quando eu percebo que encontrei alguém tão teimoso quanto eu - Igor que o diga.
Isso acaba por passar a imagem errada de que eu a) sou muito arrogante, ou b) não tenho mais argumento nenhum.
Alguns talvez se perguntem: "o que demônios isso ai tem a ver com alguma coisa?".
Eu respondo: nada.
Mas é você que está lendo o texto, então, te vira mermão, acha algum sentido ai!
Mudando de assunto, eu estou meio perdido nesse momento. Minhas férias perto do fim, e eu não fiz nada de importante. Aquela vida de day-by-day vai recomeçar e eu vou só assistir.
Seria muito bom, sabem? Viajar sozinho para algum lugar longíquo, de preferência uma lugar de língua desconhecida. Mudar, mudar, mudar. Essa é a palavra de ordem.
Sei que muito de vocês, pessoas com sérios problemas psicológicos, caso já tenham chegado nesse parágrafo sem se perguntar por que raios está lendo essa coisa, talvez pensem que eu só tenho baixa auto-estima, o que precise de uma boa dose de realidade, algo do tipo.
Às vezes eu mesmo me pergunto isso.
Às vezes eu me pergunto se eu realmente quero que alguém leia o que está aqui escrito, ou se eu simplesmente escrevo para algum passante ocasional observar-me bancar o bobo com o mesmo interesse que damos aos mendigos e artistas de rua.
Hoje eu decidi que eu quero ser lido.
Um texto que não é lido é como uma árvore que cai no meio de uma floresta densa sem ninguém para vê-la e ouví-la cair: ela não cai.
Pensei em alguns contos bastante macabros. Pensei n'A Ponte. Pensei em filmes que eu vi, livros que eu li, pessoas que eu respeitei e que me traíram. Pensei nas minhas manias idiotas de me repetir.
De quebrar parágrafos no meio para dar intensidade. De ser uma antítese mal-feita. De pensar-me como tudo e como nada.
De ser eu.
No final das contas, eu quero e não quero que alguém leia esse texto - "nossa, nem notamos pelo título".
Acreditem: ninguém dá a mínima para isso.
Sábado e domingo - viagem.
Segunda - última dia do curso de férias.
Terça - quem sabe, ir numa livraria e comprar um bom livro para ler numa noite silenciosa.
Quarta - quiçá, quiçá, quiçá.
Quinta - deitar na cama e me contorcer por estar na última semana de "férias".
Sexta - talvez estude um pouco, talvez não estude, talvez esteja morto até a sexta (morri de desgosto pela quinta).
Final de semana - "tempo de despertar".
E essa é a minha programação para a próxima semana.
Vai acontecer tudo isso. Não porque eu queira que isso aconteça, mas simplesmente porque vai.
Sou bastante previsível, não é?
A não ser, é claro, que algo mude.
A não ser que alguém diga.
A não ser que eu faça algo de diferente (tomar vergonha e fazer algo de diferente).
"No final das contas, somos todos sobreviventes de nós mesmos.
Lá, nas prisões do finito, ousar ser eterno:
Amor como atalho e labirinto.
Mas, se não estiver morto,
Sonhará porto por perto.
Anoiteça o que anoitecer, coração aberto."
A Coragem do Primeiro Pássaro
André Dahmer
É, um dia, não é?
Quem sabe um dia...
Se for para criticar, saiba logo que eu adoro discussões.
Eu tenho o péssimo hábito de começar a sorrir toda vez que a discussão fica interessante, quando eu tenho um argumento engatilhado, ou quando eu percebo que encontrei alguém tão teimoso quanto eu - Igor que o diga.
Isso acaba por passar a imagem errada de que eu a) sou muito arrogante, ou b) não tenho mais argumento nenhum.
Alguns talvez se perguntem: "o que demônios isso ai tem a ver com alguma coisa?".
Eu respondo: nada.
Mas é você que está lendo o texto, então, te vira mermão, acha algum sentido ai!
Mudando de assunto, eu estou meio perdido nesse momento. Minhas férias perto do fim, e eu não fiz nada de importante. Aquela vida de day-by-day vai recomeçar e eu vou só assistir.
Seria muito bom, sabem? Viajar sozinho para algum lugar longíquo, de preferência uma lugar de língua desconhecida. Mudar, mudar, mudar. Essa é a palavra de ordem.
Sei que muito de vocês, pessoas com sérios problemas psicológicos, caso já tenham chegado nesse parágrafo sem se perguntar por que raios está lendo essa coisa, talvez pensem que eu só tenho baixa auto-estima, o que precise de uma boa dose de realidade, algo do tipo.
Às vezes eu mesmo me pergunto isso.
Às vezes eu me pergunto se eu realmente quero que alguém leia o que está aqui escrito, ou se eu simplesmente escrevo para algum passante ocasional observar-me bancar o bobo com o mesmo interesse que damos aos mendigos e artistas de rua.
Hoje eu decidi que eu quero ser lido.
Um texto que não é lido é como uma árvore que cai no meio de uma floresta densa sem ninguém para vê-la e ouví-la cair: ela não cai.
Pensei em alguns contos bastante macabros. Pensei n'A Ponte. Pensei em filmes que eu vi, livros que eu li, pessoas que eu respeitei e que me traíram. Pensei nas minhas manias idiotas de me repetir.
De quebrar parágrafos no meio para dar intensidade. De ser uma antítese mal-feita. De pensar-me como tudo e como nada.
De ser eu.
No final das contas, eu quero e não quero que alguém leia esse texto - "nossa, nem notamos pelo título".
Acreditem: ninguém dá a mínima para isso.
Sábado e domingo - viagem.
Segunda - última dia do curso de férias.
Terça - quem sabe, ir numa livraria e comprar um bom livro para ler numa noite silenciosa.
Quarta - quiçá, quiçá, quiçá.
Quinta - deitar na cama e me contorcer por estar na última semana de "férias".
Sexta - talvez estude um pouco, talvez não estude, talvez esteja morto até a sexta (morri de desgosto pela quinta).
Final de semana - "tempo de despertar".
E essa é a minha programação para a próxima semana.
Vai acontecer tudo isso. Não porque eu queira que isso aconteça, mas simplesmente porque vai.
Sou bastante previsível, não é?
A não ser, é claro, que algo mude.
A não ser que alguém diga.
A não ser que eu faça algo de diferente (tomar vergonha e fazer algo de diferente).
"No final das contas, somos todos sobreviventes de nós mesmos.
Lá, nas prisões do finito, ousar ser eterno:
Amor como atalho e labirinto.
Mas, se não estiver morto,
Sonhará porto por perto.
Anoiteça o que anoitecer, coração aberto."
A Coragem do Primeiro Pássaro
André Dahmer
É, um dia, não é?
Quem sabe um dia...
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Bravo!, Matheus - parabéns, quer um biscoito?
É madrugada, e oficialmente quarta-feira.
Este post é especial porque ele está sendo redigido antes da quarta-feira em si começar, antes de todo o maquinário da rotina entrar em ação, o que me permite analisar minhas expectativas para o dia de hojamanhã.
Ontem foi o primeiro dia de aula efetiva no icbeu (na segunda, eu tive um pouco de aula, e, depois, prova), e eu tenho que dizer: é uma rotina cansativa. Eu tive que me beliscar para saber se era terça mesmo ou se a quarta tinha invadido de repente o campo da outra. Depois de um dia mega-cansativo, ao voltar para casa - de ônibus, note isso - começou a, advinhem só, CHOVER! Perfeito, cansado e sujo na chuva :)
Ok, ok, cheguei, (a chuva parou imadiatamente após eu pôr os pés dentro de casa), tomei banho, fiquei relaxando, almocei, ta-ta-ta. À uma da tarde, eu lembrei que tinha de comprar a Bravo! do mês - que, por acaso, está muito boa -, então eu angariei energias e fui-me andando para a banca de revistas.
Fechada.
Ok, tudo bem, consegui me controlar e me dirigir ao outro lado da rua, onde há uma farmácia. Perguntei à moça do caixa sobre a hora em que a banca abria. "Duasimeeeeia", com aquela fala arrastada de sono e pouca vontade. Voltei para casa e esperei dar o horário. A banca fica há uns 10min daqui de casa, então cansa sim - pelo menos para um gordo sedentário que nem eu -, entendem? Eu poderia ter ficado em casa!
Pois bem, minha mãe chegou em casa, e se ofereceu para me levar para lá no caminho de volta ao trabalho, com a condição de que eu voltasse sozinho. Aceitei, e fui.
Quando cheguei lá, a banca estava aberta (quase levantei as mãos aos céus nessa hora - coisa que eu acabei fazendo depois, mas de raiva).
Minha mãe partiu e eu atravessei a rua para comprar a bendita revista.
Eu não tinha certeza do preço da revista, então eu trouxe comigo catorze reais, uma de dez e duas de dois. Levei a revista ao caixa, admirando a capa, vi o preço - 12 reais -, coloquei a mão no bolso, já esperando pelo grandioso momento de ir embora e poder lê-la, tiro o dinheiro e o conto.
Dois, dois, cinco...
PERAÍ!
Dois, dois, CINCO???
Não existem palavras que descrevam a minha frustração naquele momento.
Eu falei rápido para a mulher do caixa algo como "voltopracasarapidaoepegoodinheironaodeixaninguemcomprarplizzzzz".
E lá fui eu, andando para casa, pegando três reais na minha gaveta, somando e ressomando na minha mente (nove mais três é igual a doze mesmo, TEM CERTEZA?), quando, quase chegando de volta à banca, advinhem o que acontece.
Chuva. Maldita chuva enviada pelo inferno para me azucrinar!
Ok, comprei a revista (com plástico envoltório, ainda bem) e fui correndo, quase pude ouvir crianças gritando "run, Matheus, run!".
Ok, tudo muito bacana, você, leitor, deve estar rindo pra caramba de mim agora, né?
Pois, o que começou como uma chuvinha engrossou e se tornou uma chuva encorpada, com vento e muita água (um tóro dos brabo).
Resultado: andei a distância da minha casa até a banca cinco vezes, peguei chuva e fiquei encharcado, mas consegui salvar a revista, que só chegou a se molhar em alguns poucos pontos (em algum momento da corrida, a sacola de plástico se tornou fútil, então eu só a joguei numa lixeira, deixando a revista apenas com o plástico do envoltório para se proteger).
E aí está a dita cuja, podem admirar, porque ESSA É SÓ MINHA E AI DE QUEM TOCAR NELA!
Afinal de contas, eu passei por desventuras dignas de uma quarta-feira para comprá-la, então me perdoem se eu soar um pouco egoísta.
ENFIM! É por isso que eu estou ansioso para saber como vai ser o dia de hojamanhã (chega desse neologismo, ninguém riu antes, ninguém riu agora).
Boa noite, e boa quarta-feira :)
Este post é especial porque ele está sendo redigido antes da quarta-feira em si começar, antes de todo o maquinário da rotina entrar em ação, o que me permite analisar minhas expectativas para o dia de hojamanhã.
Ontem foi o primeiro dia de aula efetiva no icbeu (na segunda, eu tive um pouco de aula, e, depois, prova), e eu tenho que dizer: é uma rotina cansativa. Eu tive que me beliscar para saber se era terça mesmo ou se a quarta tinha invadido de repente o campo da outra. Depois de um dia mega-cansativo, ao voltar para casa - de ônibus, note isso - começou a, advinhem só, CHOVER! Perfeito, cansado e sujo na chuva :)
Ok, ok, cheguei, (a chuva parou imadiatamente após eu pôr os pés dentro de casa), tomei banho, fiquei relaxando, almocei, ta-ta-ta. À uma da tarde, eu lembrei que tinha de comprar a Bravo! do mês - que, por acaso, está muito boa -, então eu angariei energias e fui-me andando para a banca de revistas.
Fechada.
Ok, tudo bem, consegui me controlar e me dirigir ao outro lado da rua, onde há uma farmácia. Perguntei à moça do caixa sobre a hora em que a banca abria. "Duasimeeeeia", com aquela fala arrastada de sono e pouca vontade. Voltei para casa e esperei dar o horário. A banca fica há uns 10min daqui de casa, então cansa sim - pelo menos para um gordo sedentário que nem eu -, entendem? Eu poderia ter ficado em casa!
Pois bem, minha mãe chegou em casa, e se ofereceu para me levar para lá no caminho de volta ao trabalho, com a condição de que eu voltasse sozinho. Aceitei, e fui.
Quando cheguei lá, a banca estava aberta (quase levantei as mãos aos céus nessa hora - coisa que eu acabei fazendo depois, mas de raiva).
Minha mãe partiu e eu atravessei a rua para comprar a bendita revista.
Eu não tinha certeza do preço da revista, então eu trouxe comigo catorze reais, uma de dez e duas de dois. Levei a revista ao caixa, admirando a capa, vi o preço - 12 reais -, coloquei a mão no bolso, já esperando pelo grandioso momento de ir embora e poder lê-la, tiro o dinheiro e o conto.
Dois, dois, cinco...
PERAÍ!
Dois, dois, CINCO???
Não existem palavras que descrevam a minha frustração naquele momento.
Eu falei rápido para a mulher do caixa algo como "voltopracasarapidaoepegoodinheironaodeixaninguemcomprarplizzzzz".
E lá fui eu, andando para casa, pegando três reais na minha gaveta, somando e ressomando na minha mente (nove mais três é igual a doze mesmo, TEM CERTEZA?), quando, quase chegando de volta à banca, advinhem o que acontece.
Chuva. Maldita chuva enviada pelo inferno para me azucrinar!
Ok, comprei a revista (com plástico envoltório, ainda bem) e fui correndo, quase pude ouvir crianças gritando "run, Matheus, run!".
Ok, tudo muito bacana, você, leitor, deve estar rindo pra caramba de mim agora, né?
Pois, o que começou como uma chuvinha engrossou e se tornou uma chuva encorpada, com vento e muita água (um tóro dos brabo).
Resultado: andei a distância da minha casa até a banca cinco vezes, peguei chuva e fiquei encharcado, mas consegui salvar a revista, que só chegou a se molhar em alguns poucos pontos (em algum momento da corrida, a sacola de plástico se tornou fútil, então eu só a joguei numa lixeira, deixando a revista apenas com o plástico do envoltório para se proteger).
E aí está a dita cuja, podem admirar, porque ESSA É SÓ MINHA E AI DE QUEM TOCAR NELA!
Afinal de contas, eu passei por desventuras dignas de uma quarta-feira para comprá-la, então me perdoem se eu soar um pouco egoísta.
ENFIM! É por isso que eu estou ansioso para saber como vai ser o dia de hojamanhã (chega desse neologismo, ninguém riu antes, ninguém riu agora).
Boa noite, e boa quarta-feira :)
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Sobre a Segunda-Feira
Bom dia, leitores do blog - eu sei que vocês existem por causa das estatísticas u.u
Primeiramente, COMENTEM!
Sério, dá uma sensação de dever cumprido, de ter feito algo útil quando vocês (no caso, apenas Hannah) comentam, então, comentem.
Hoje foi oficialmente o primeiro dia das minhas """"férias"""" - notem as 16 aspas aí -, e eu parti de manhã cedo ao curso de férias do Icbeu. Fiz prova, voltei de ônibus, tomei um banho, e acho que agora eu vou me preparar um almoço giga-norme, de tanta fome que eu tenho.
Ontem eu assisti "O Nevoeiro", baseado no livro de Stephen King. É uma das melhores adaptações, btw, então eu recomendo bastante.
Mas isso não é o que eu quero falar. Acho que só preciso saber o meu rumo no mundo - ai, que clichê.
A última semana foi um Inferno. Escola pela manhã e pela tarde, tantas coisas para fazer, revistas para comprar, livros para ler e estudar. Gee, eu acho que ainda estou meio traumatizado com aquilo *treme treme*
Hoje eu vou ver Shawshank Redemption, também baseado num livro de SK, então é bem possível que eu durma às 3 da manhã de novo, como fiz ontem!
Ah! No meu curso de inglês tem três canhotos, inclusive eu. 3 em 5, sinto-me até maioria!
É isso, já não tenho mais nada a falar, a partir de hoje, para mim, os dias serão idênticos uns aos outros: acordar, estudar, dormir. A semana eu vou dividir entre Quarta-Feira e RESTO.
O nome do blog explica bem isso, né? Quarta-Feira para mim é um dia importante.
Sabem de algo? Divulguem meu blog, eu faço duplo-post na quarta dessa semana \o
como se isso fosse fazer alguém divulgar esse blog
Primeiramente, COMENTEM!
Sério, dá uma sensação de dever cumprido, de ter feito algo útil quando vocês (no caso, apenas Hannah) comentam, então, comentem.
Hoje foi oficialmente o primeiro dia das minhas """"férias"""" - notem as 16 aspas aí -, e eu parti de manhã cedo ao curso de férias do Icbeu. Fiz prova, voltei de ônibus, tomei um banho, e acho que agora eu vou me preparar um almoço giga-norme, de tanta fome que eu tenho.
Ontem eu assisti "O Nevoeiro", baseado no livro de Stephen King. É uma das melhores adaptações, btw, então eu recomendo bastante.
Mas isso não é o que eu quero falar. Acho que só preciso saber o meu rumo no mundo - ai, que clichê.
A última semana foi um Inferno. Escola pela manhã e pela tarde, tantas coisas para fazer, revistas para comprar, livros para ler e estudar. Gee, eu acho que ainda estou meio traumatizado com aquilo *treme treme*
Hoje eu vou ver Shawshank Redemption, também baseado num livro de SK, então é bem possível que eu durma às 3 da manhã de novo, como fiz ontem!
Ah! No meu curso de inglês tem três canhotos, inclusive eu. 3 em 5, sinto-me até maioria!
É isso, já não tenho mais nada a falar, a partir de hoje, para mim, os dias serão idênticos uns aos outros: acordar, estudar, dormir. A semana eu vou dividir entre Quarta-Feira e RESTO.
O nome do blog explica bem isso, né? Quarta-Feira para mim é um dia importante.
Sabem de algo? Divulguem meu blog, eu faço duplo-post na quarta dessa semana \o
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